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Confira 15 dicas de fotografias para iniciantes e profissionais

Moça, tirando fotografias, com uma câmera fotográfica

Dicas de fotografias são sempre bem-vindas.

E não importa se você está iniciando uma carreira no ramo ou simplesmente tem essa paixão pelos cliques como um hobby.

Afinal, um registro bem feito é muito mais bonito de ser guardado e pode ficar eternizado na lembrança dos envolvidos.

Por isso, um bom fotógrafo deve valorizar ao máximo a paisagem. Seja ela um pôr do sol, uma natureza morta, um momento de lazer com os amigos ou qualquer outra composição ao alcance de um clique.

O grande ponto, no entanto, é: você sabe tirar boas fotos, aproveitando todos os recursos disponíveis em sua câmera?

A boa notícia é que, caso a sua resposta tenha sido total ou parcialmente negativa, nós podemos ajudá-lo.

Neste artigo exclusivo, preparamos uma série de dicas de fotografia que prometem transformar qualquer fotógrafo de final de semana em um verdadeiro profissional.

Quer saber como? Então, atente-se ao conteúdo que produzimos para você!

Boa leitura!

Dicas para melhorar suas fotos

Rapaz, sentado no chão, tirando fotografias, com uma câmera fotográfica
Dicas para melhorar suas fotos

Fotografar é, de fato, uma arte, mas também uma ciência.

Por mais que você tenha um talento incrível para captar imagens com uma câmera na mão, precisa dominar preceitos básicos da fotografia.

É importante seguir a sua intuição para, por exemplo, buscar um ângulo mais ousado.

Mas isso também requer um certo conhecimento técnico para que a foto que você tem em mente, de fato, se concretize na prática.

Para que suas imagens fiquem ainda mais bonitas, reunimos uma lista com 15 dicas de fotografia.

Confira agora quais são elas!

1. Câmera

Muitos que estão começando a fotografar de maneira um pouco mais profissional acreditam que precisam ter uma supermáquina para que as imagens fiquem boas. Mas, na verdade, não é bem assim que funciona.

É claro que, quanto mais recursos tiver o seu equipamento, mais chances de o resultado final ficar bom. Mas de que adianta ter um material excelente, se você não sabe usar metade do que o produto se propõe?

Por isso, antes de gastar uma boa grana com uma máquina nova, domine todas as funcionalidades do modelo que você já possui. Pode ser até a câmera do seu smartphone.

Depois que você estiver inteirado dos recursos e conseguir usá-los de maneira correta, produzindo belos registros, aí, sim, pode pensar em comprar um equipamento mais profissional com segurança.

2. Composição fotográfica

Você, muito provavelmente, já ouviu aquele ditado que diz que “uma imagem vale mais do que mil palavras”, certo?

Essa máxima, de fato, pode ser verdadeira, mas, para isso, precisa que a foto contenha uma boa composição.

Para quem não sabe, composição é o conjunto de elementos que fazem parte de uma fotografia.

Cores, luz, foco, primeiro e segundo plano, mensagem e objetivo da imagem são alguns exemplos de componentes de uma fotografia

Uma foto bem equilibrada precisa que todos esses fatores estejam em completa harmonia.

A paisagem pode ser a mais bonita do mundo, mas, sem um foco adequado e um bom balanço de cores, por exemplo, toda essa beleza pode não receber o valor que mereça.

3. Iluminação

Um dos elementos mais importantes em uma composição é, sem dúvidas, a iluminação.

Com os recursos e as técnicas certas, é possível fazer verdadeiros milagres em ambientes de pouca luz.

O mesmo vale para ambientes externos muito claros.

Em casos assim, vale a pena lançar mão do flash fotográfico e iluminar o objeto que também está em foco.

Dessa forma, você iguala o nível de exposição, deixando o cenário mais equilibrado.

Fazer um bom uso da iluminação também implica saber lidar com as sombras.

Por exemplo, se uma sombra está sobreposta, atrapalhando a foto, é possível usar o flash como uma luz de preenchimento, retirando essa penumbra indesejada.

4. ISO

Outro elemento bastante ligado à iluminação é o chamado ISO.

Presente desde os modelos mais analógicos, esse recurso pode ser traduzido como medidor de sensibilidade de uma foto.

Por exemplo, um ISO alto significa que você precisa dispor de menos luz para fotografar.

Por outro lado, quando o indicador está baixo, é bom dar um ganho na luminosidade para que sua imagem não fique prejudicada.

No entanto, o uso dessa funcionalidade exige alguns cuidados. Se você aumentar muito a sensibilidade, a nitidez da foto fica comprometida.

Isso acontece porque o ISO é inversamente proporcional à nitidez.

Você vai perceber que, ao aumentar gradativamente o recurso, também vai crescer o número de granulações na imagem, aqueles famosos pontinhos indesejados.

Normalmente, o ISO de fábrica, o valor que já vem nas máquinas, é 100. Mas é possível aumentar esse número conforme a necessidade.

Cenários bastante escuros e onde o uso do flash é proibido, por exemplo, são os casos em que o recurso é mais usado.

5. Obturador

É impossível falar de ISO sem mencionar outros dois componentes das máquinas fotográficas: o obturador e o diafragma.

Vamos nos deter ao primeiro agora.

O obturador é responsável por regular o controle do tempo de exposição à luz que o sensor, nas câmeras digitais, e o filme, nas analógicas, vão ter durante a foto.

Em outras palavras, quanto maior for o período de exposição à luz, maior será a luminosidade da imagem.

Até aí, tudo bem, mas como esse tempo é medido?

Uma boa analogia para entender como funciona o obturador é compará-lo a uma cortina.

Em uma cortina, quanto mais aberta ela estiver, mais luz vai passar.

Com o obturador, ocorre o mesmo. Ele é essa cortina que fica atrás da lente da máquina.

O tempo de exposição do obturador é medido em frações de segundos.

Por exemplo, na velocidade 1/250 significa que a “cortina” ficará aberta por 0,025 segundos, o que é considerado uma exposição alta.

Na prática, o obturador deve ser usado com sabedoria, respeitando as condições do tempo e o objetivo da imagem.

Em cenários com uma boa orientação solar, o recomendado é diminuir a exposição para que os riscos de a foto estourar diminuam.

Alguns efeitos extras também podem ser executados com esse recurso.

É possível, por exemplo, captar diferentes movimentos de um mesmo objeto que está se mexendo, tirar fotos borradas e abusar do uso das sombras.

6. Diafragma

Se o obturador é a cortina da lente, o diafragma é o diâmetro dessa cortina. Ou seja, o espaço pelo qual passa a luz.

Logo, é óbvio prever que, quanto maior for o diâmetro, mais luz vai passar. Quanto menor o espaço, menos luminosidade entrará.

A medida de abertura do diafragma é feita a partir de uma escala padrão decrescente de luminosidade que vai desde f/1 até f/32, dependendo do modelo da câmera.

Portanto, o diafragma, assim como o ISO e obturador, serve para manipular manualmente a incidência de luz em uma foto.

Mas se engana quem pensa que ele é responsável apenas por isso. O recurso também interfere no foco e na nitidez da sua imagem.

O ideal é estudar todos esses três elementos juntos, pois cada um deles atua no funcionamento do outro.

7. Histograma

Falamos bastante de luminosidade, não é mesmo?

Mas ainda há mais um elemento que conversa diretamente com esse fator tão importante para uma boa fotografia: o histograma.

Para quem nunca ouviu falar dele, o recurso consiste em demonstrar graficamente como está o equilíbrio de iluminação na sua foto.

O importante é saber interpretar esse gráfico mais do que qualquer outra coisa. E isso é bem mais simples do que pode aparecer.

A escala do histograma vai do mais escuro para o menos escuro.

Logo, se o gráfico mostrar uma grande elevação no lado esquerdo, significa que os tons das cores predominantes são menos iluminados (preto, cinza escuro, marrom).

Por outro lado, se o diagrama tiver picos à direita, é sinal de que o retrato está com uma predominância de pixels claros.

Quanto mais reta for a representação, sem grandes picos nem à esquerda, nem à direita, é sinal que a sua foto está bem equilibrada em relação à tonalidade dos pixels.

8. Regra dos Terços

Existem diversas teorias, desenvolvidas ao longo dos anos, utilizadas para indicar como captar a foto perfeita.

Entre elas, uma das mais famosas e utilizadas até hoje é a chamada “regra dos terços”.

A técnica consiste em dividir a imagem a ser fotografada em nove quadrados iguais, formando uma espécie de tabela composta por três fileiras e três colunas.

O objetivo é mostrar onde o nosso olhar se dirige primeiro, a fim de que a informação principal da imagem se encontre justamente nesse local.

No caso, é o quadrado do meio em que ocorre o encontro das linhas verticais com as horizontais.

Diversas câmeras oferecem esse tipo de recurso.

Além de enquadrar a imagem e ajudar a passar a mensagem pretendida, essa ferramenta também oferece profundidade e proporcionalidade aos elementos que compõem a foto.

9. Panning

É possível lançar mão de diversos efeitos para tornar a sua foto ainda mais personalizada.

Um desses recursos é chamado de “panning”, que consiste em dar movimento à imagem.

De maneira prática, a técnica consiste em congelar um elemento na fotografia e acompanhar a mudança de direção de outros.

Para isso, você vai precisar deixar a velocidade do obturador baixa e ter uma mão firme para fazer movimentos contínuos com a câmera.

A ideia consiste em repassar um conceito visual de deslocamento e continuidade.

Outro cuidado necessário é conferir se o foco da foto (aquele elemento que você deseja que fique nítido) está em todos os enquadramentos.

Isso vai assegurar o detalhamento ideal.

10. Longa Exposição

A técnica de longa exposição é a mesma usada no panning, mas com uma pequena diferença: ambas exigem uma baixa velocidade do obturador.

Neste recurso, porém, não é feita a movimentação da máquina.

O resultado é que a foto fica mais borrada, mesmo em seu foco.

O efeito principal é causar algum tipo de desconforto ao espectador, uma vez que a forma original dos elementos é alterada.

11. Light Painting

Fotografia de uma árvore com luzes em volta
Light Painting

A light painting – ou pintura de luz, em português, se você preferir – é outra técnica que pode ser usada a partir da baixa velocidade do obturador e da longa exposição.

Para que o recurso seja aplicado com sucesso, é preciso deixar a câmera completamente imóvel, captando um determinado ponto que, de preferência, esteja completamente escuro.

A partir daí, você e seus amigos devem abusar da criatividade para pintar o espaço com feixes de luz.

Pode-se usar lanternas, isqueiros ou qualquer outro objeto para fazer figuras ou escrever coisas.

O resultado de fotos com light painting é incrível.

Para garantir a beleza, o ideal é colocar a máquina apoiada em um tripé.

Assim, nenhum movimento compromete a nitidez dos seus desenhos.

12. Dupla Exposição

Essa é uma técnica que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é restrita aos apps de edição de imagem.

Muitas câmeras contam com a opção de múltipla exposição, que é o modo mais simples de colocar esse recurso em prática.

Para usá-lo, basta tirar uma foto normal, de preferência com um boa luz. Depois, em cima dessa imagem, selecione o referido recurso.

Então, ele vai indicar os pontos em que há menos luz e que poderão ser substituídos com os cliques seguintes.

Assim, a funcionalidade vai mesclar as fotografias, criando um efeito incrível.

13. Puxada de Zoom

A puxada de zoom é mais uma técnica que visa dar movimento à imagem.

Assim como os outros recursos já vistos, é preciso ajustar o obturador, diminuindo a sua velocidade.

Você pode compensar a maior luminosidade com a abertura do diafragma e a sensibilidade do ISO.

Outro cuidado importante é com o movimento da câmera. Como no light painting, a máquina deve ficar imóvel para não borrar o efeito desejado.

A diferença da puxada de zoom vem justamente agora e tem a ver, não por acaso, com a aproximação da imagem.

Antes de acionar a técnica, coloque o zoom no máximo e foque no objeto principal da foto.

Feito isso, e seguidas as configurações já indicadas, clique uma vez e, aos poucos, vá diminuindo a aproximação até o final e, por fim, acione o botão de novo.

Pronto! Você acaba de usar a puxada de zoom!

14. Lens Flare

A última técnica trazida neste artigo nasceu de uma falha.

Uma incidência inesperada e indesejada dos raios solares bateu nas bordas da lente da câmera e causou um efeito de distorção de luz incrível.

Para colocar esse recurso em prática, um cuidado é fundamental: enquadramento.

A fonte de luz precisa estar mais as margens para que ela incida de leve nos cantos da lente, refletindo na imagem.

Talvez você não acerte de primeira, mas o resultado certamente compensa as tentativas. Acredite!

15. Limpe a lente da câmera

Nem sempre uma foto ruim é resultado de falta de conhecimento ou uso de uma técnica errada.

Às vezes, uma simples sujeirinha na lente da sua câmera pode comprometer uma bela recordação.

Por isso, tenha sempre à mão uma flanela e um produto próprio para higiene da sua câmera e seus respectivos componentes.

Sua máquina é sua ferramenta de trabalho, então, todo cuidado com ela é pouco.

Trate seu equipamento com o carinho e a atenção que ele merece.

Como ser um fotógrafo profissional?

Fotógrafo, mostrando fotografias para um casal de noivos
Como ser um fotógrafo profissional?

Todas as dicas trazidas ao longo do artigo são muito úteis e, de fato, podem melhorar a qualidade das suas fotos.

Agora, se você quer se tornar um fotógrafo profissional de verdade, transformar uma paixão em negócio e iniciar uma carreira na área, precisa investir em sua formação.

A UPIS – Faculdades Integradas é uma ótima opção.

Com uma tradição de mais de 45 anos, a instituição é considerada uma das mais tradicionais do Distrito Federal.

São diversas opções de cursos de graduação, pós-graduação e extensão para você escolher, seguir sua vocação e dar um novo rumo para a sua vida.

No caso do curso de Tecnólogo em Fotografia, você conta com uma grade curricular completa.

As disciplinas teóricas e práticas oferecem todas as ferramentas necessárias para se tornar um profissional mega capacitado na área.

Para conferir o projeto pedagógico, o corpo docente dessa formação e demais informações sobre outros cursos da UPIS, incluindo pós-graduação, acesse agora mesmo o nosso site.

Conclusão

Rapaz, tirando fotografias, com uma câmera fotográfica
Conclusão

Independentemente da sua área de atuação, capacitar-se é a palavra-chave.

Quanto mais você estuda e se atualiza em determinado assunto, melhor especialista se torna e mais os resultados positivos começam a aparecer.

Com a fotografia, não é diferente.

Por mais que ela seja um hobby para muitas pessoas, se você quer fazer dessa paixão o seu ganha-pão, é necessário investir em conhecimento e em técnicas.

Além disso, é importante buscar o seu próprio diferencial, algum tipo de assinatura que seja só sua e que chame a atenção em meio à multidão.

Afinal, há cada vez mais profissionais na área, ainda que boa parte acredite que basta ter uma boa câmera e sair tirando fotos por aí. Na prática, não é bem assim.

Muitas pessoas se dedicam à profissão de fotógrafo, mas somente os melhores se destacam – como em qualquer outra área.

E você, gostou das dicas de fotografia? Alguma em especial chamou a sua atenção?

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